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Índice Global de Terrorismo de 2014: Número de vidas perdidas para o terrorismo aumentou 61% em relação ao ano anterior; Número de países com 50 ou mais mortes aumentou 60% em relação ao ano anterior



LONDRES, 17 de novembro de 2014 /PRNewswire/ --

  • Quase 10.000 ataques terroristas foram registrados em 2013, representando um aumento de 44% sobre 2012, resultando em quase 18.000 mortes e representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior.
  • 24 países registraram mais de 50 mortes em 2013, aumentando 60% de 15 países em 2012.
  • O terrorismo em 2013 foi dominado por quatro organizações: ISIL (Estado Islâmico), Boko Haram, Al-Qaeda e o Talibã, coletivamente responsáveis por 66% de todas as fatalidades.
  • Mais de 80% das mortes causadas por incidentes terroristas em 2013 foram registradas em apenas cinco países: Iraque, Afeganistão, Paquistão, Nigéria e Síria.  
  • O Iraque continua a ser o país mais afetado pelo terrorismo. O número de fatalidades no país aumentou 164% para 6.362 – o maior aumento no índice. 
  • Pelo menos 13 países foram identificados como países que enfrentam maior risco de atividade terrorista significativa nos próximos anos.
  • Em 2013, os oito países da OCDE que registraram mortes causadas pelo terrorismo foram Turquia, México, Estados Unidos, Reino Unido, Grécia, Israel República Tcheca e Chile.

O número de vidas perdidas em ataques terroristas aumentou 61% em um único ano, conforme a segunda edição do Índice Global de Terrorismo (GTI – Global Terrorism Index), passando de 11.133 em 2012 para 17.958 em 2013. O índice também registrou um aumento de 44% no número de incidentes terroristas, aumentando de 6.825 em 2012 para 9.814 em 2013. Os explosivos responderam pela maioria destes ataques, enquanto que os atentados suicidas representaram menos de 5%.

Logo - http://photos.prnewswire.com/prnh/20141118/717092

Lançado pela primeira vez pelo Instituto para Economia e Paz (IEP – Institute for Economics & Peace) em 2012, o GTI classifica os países pelo impacto das atividades terroristas, bem como faz uma análise das dimensões econômicas e sociais associadas com o terrorismo. O índice classifica 162 países, cobrindo 99,6% da população mundial e examina as tendências do ano 2000 até o ano 2013. Os indicadores utilizados incluem o número de incidentes terroristas, fatalidades, ferimentos e danos patrimoniais.

Mais de 80% das mortes causadas por ataques terroristas em 2013 aconteceram em apenas cinco países: Iraque, Afeganistão, Paquistão, Nigéria e Síria. O Iraque continua a ser o país mais afetado pelo terrorismo com 2.492 ataques que mataram 6.362 pessoas, o que representa um aumento de 164% em relação a 2012. O ISIL foi responsável pela maioria das mortes no país.

O terrorismo também cresceu de forma significativa em intensidade e amplitude fora destes cinco países. Em 2013, 3.721 ataques foram registrados no resto do mundo, os quais mataram 3.236 pessoas, um aumento de mais de 50% em relação ao ano anterior. Um total de 60 países registraram mortes causadas por ataques terroristas em 2013.

Steve Killelea, Presidente Executivo do Conselho do IEP, disse, "O terrorismo não surge sozinho; através da identificação dos fatores associados ao terrorismo, políticas podem ser implementadas para melhorar o ambiente básico que alimenta o terrorismo. As ações mais significativas que podem ser tomadas são reduzir a violência patrocinada pelo estado tais como execuções extrajudiciais, reduzir queixas grupais e hostilidades e melhorar o policiamento efetivo e apoiado pela comunidade".

Existem três fatores estatisticamente significativos associados com o terrorismo: violência patrocinada pelo estado, queixas grupais e altos níveis de criminalidade. É interessante ressaltar que as taxas de pobreza, os níveis de escolaridade e a maioria dos fatores econômicos não possuem nenhuma associação com o terrorismo. A forte relação entre o terrorismo e outras formas de violência destaca o quanto o ataque persistente às forças policiais e a instabilidade gerada pelas atividades terroristas podem enfraquecer o estado de direito.

Steve Killelea comentou, "Desde que lançamos o GTI pela primeira vez em 2012, observamos um aumento significativo e preocupante no número dos incidentes terroristas em todo o mundo. Durante a última década o aumento do terrorismo está ligado a grupos islâmicos radicais cujas teologias violentas têm sido amplamente ensinadas. Para combater estas influências, formas moderadas de teologias sunitas precisam ser defendidas pelas nações mulçumanas sunitas. Devido à natureza teológica do problema, é difícil para os agentes externos exercerem influência".

O relatório também informa as estimativas tanto altas quanto baixas de combatentes estrangeiros que estão ativamente lutando na Síria, utilizando os melhores dados disponíveis. As estimativas baixas do número de combatentes da Europa é de 396, com estimativas altas chegando ao número de 1.846, enquanto que a estimativa baixa para a região MENA (Oriente Médio e Norte da África) é de 1.930 e a estimativa alta é de 6.664.

As duas estratégias mais bem-sucedidas para acabar com grupos terroristas desde o final dos anos 1960 têm sido o policiamento ou o início de um processo político; 80% das organizações que encerraram suas operações, acabaram desta forma. Somente 10% das organizações terroristas acabaram por terem atingido seus objetivos, enquanto 7% foram eliminadas por plena ação militar.

O GTI também fornece orientação para avaliação do risco do potencial para ataques futuros em países onde os níveis atuais de atividade são baixos. Com base na medição de vários indicadores políticos, de violência e de relacionamentos de grupos, os países sujeitos ao risco de aumentos substanciais no terrorismo foram identificados. Pelo menos 13 países estão enfrentando um maior risco de atividade terrorista substancial: Angola, Bangladesh, Burundi, República Centro-Africana, Costa do Marfim, Etiópia, Irã, Israel, Mali, México, Myanmar, Sri Lanka e Uganda.

Desde o ano de 2000, cerca de 7% de todos os incidentes terroristas e 5% de todas as fatalidades aconteceram em países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), resultando em 4.861 mortes em 3.151 ataques. Em 2013, o terrorismo baseado na OCDE baixou um pouco de 130 mortes e 333 incidentes em 2012 para 113 mortes e 311 incidentes em 2013.

Um número maior de pessoas morre em homicídios do que em ataques terroristas, sendo 40 vezes maior a probabilidade de um indivíduo ser vítima de um homicídio do que de terrorismo. No Reino Unido a probabilidade de um indivíduo ser vítima de um homicídio é 188 vezes maior e nos Estados Unidos é 64 vezes maior.

NOTAS PARA OS EDITORES

O relatório GTI completo e o mapa interativo estão disponíveis no endereço: http://www.visionofhumanity.org

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Contatos: 

Sala de Imprensa do Global Terrorism Index na H+K Strategies - GTI2014@hkstrategies.com

Isabel Davies, Isabel.davies@hkstrategies.com, +44(0)20-7413-3027

Danielle Mathews, Danielle.mathews@hkstrategies.com, +44(0)207413-3432

FONTE Institute for Economics & Peace (IEP)



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